TRADIÇÃO, CRIATIVIDADE E UMA HISTÓRIA DE AMOR PELA AMAZÔNIA

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Manioca utiliza a criatividade herdada da gastronomia para desenvolver alimentos que de forma simples podem estar no dia a dia do consumidor, no Brasil e no mundo, sempre levando os sabores autênticos da Amazônia de forma 100% natural. Saiba mais

A Manioca nasceu em 2014 para levar ao mundo os sabores da Amazônia, dando sequência a um trabalho de amor pelos ingredientes da região que começou ainda em 1972, com o saudoso chef Paulo Martins e sua mãe, dona Anna Maria, fundadores do restaurante Lá em Casa, em Belém-PA. Assim, a Manioca utiliza a criatividade herdada da gastronomia para desenvolver alimentos que de forma simples podem estar no dia a dia do consumidor, no Brasil e no mundo, sempre levando os sabores autênticos da maior biodiversidade do Planeta de forma 100% natural. Fazemos isso unindo tradição e inovação a partir de uma cadeia produtiva pautada pela sustentabilidade e entendendo que os pequenos produtores que atuam e vivem dentro da Floresta são os maiores aliados para possamos valorizar e preservar as riquezas da Amazônia. Saiba mais

Jambu

Agrião do Pará

O jambu, famoso e emblemático ingrediente amazônico, é marcante pela sensação que provoca, quando mastigado: uma leve dormência seguida de um tremor, em função da presença do componente espilantol. É um ingrediente fundamental de pratos típicos do Pará, como o “pato no tucupi”, “Tacacá”, mas pode ser consumido sozinho em saladas cruas ou refogado, passado no azeite e alho, para incrementar receitas de risotos, arrozes, massas e peixes. No resto do país, pode ser conhecido ainda como “Agrião do Pará”.

Sua origem

O jambu tem um tempo ideal para colheita, pois hoje em dia tem vários usos para culinária, licores, cachaças e até sobremesas. Nosso jambu é colhido, fervido e pré-cozido para o ponto ideal no uso nas principais receitas paraenses, e é colhido especialmente em Santa Izabel do Pará.

Informações Nutricionais

Porção 70g (1 colher de sopa)
V.energético 204kcal=857KJ
Carboidratos 50g
Proteínas 1g
Cálcio 113mg
Ferro 0,9gmg
Fibra alimentar 0,9g
Sódio 9mg
*Não contém quantidades significativas de proteínas, gorduras totais, gorduras saturadas, gorduras trans, fibra alimentar e sódio.

Tucupi concentrado e temperado

Caldo fermentado e temperado, extraído da raiz da mandioca brava amarela, é essencial à cozinha amazônica. Tem sabor indescritível e único. Após passar por processo de fervura, é temperado com ervas e assume acidez inconfundível, sendo um dos representes brasileiros do sabor Umami, 5º sabor que reúne doce, salgado, ácido e azedo, em uma única colherada.

INFORMAÇÕES NUTRICIONAIS Porção: 100 g; Valor Energético: 27 Kcal = 113 KJ; Carboidratos: 3,6 g; Proteínas: 0,9 g; Gorduras: Totais 1,3 g; *Não contém quantidades significativas de proteínas, gorduras totais, gorduras saturadas, gorduras trans, fibra alimentar e sódio.
COMPOSIÇÃO Água, sal, caldo fermentado de tucupi

Feijão Manteiguinha de Santarém

Grãos de cor creme, lisos e muito miúdos são as características mais graciosas do feijão manteiguinha, produzido tradicionalmente na região do Baixo Amazonas. Variedade do feijão da espécie caupi, no seu preparo, não produz muito caldo, mas faz um feijão tradicional muito gostoso.

INFORMAÇÕES NUTRICIONAIS
COMPOSIÇÃO feijão

Feijão Manteiguinha de Santarém

Grãos de cor creme, lisos e muito miúdos são as características mais graciosas do feijão manteiguinha, produzido tradicionalmente na região do Baixo Amazonas. Variedade do feijão da espécie caupi, no seu preparo, não produz muito caldo, mas faz um feijão tradicional muito gostoso.

INFORMAÇÕES NUTRICIONAIS
COMPOSIÇÃO feijão

Farinha de Tapioca de Americano

Pipoca da Amazônia

Farinha granulada feita a partir da goma (ou fécula) da mandioca é bem crocante e faz deliciosas receitas de doces e salgados, além de ser a companheira ideal do açaí paraense. Ótima para a elaboração de pratos doces, cuscuz, mingaus, pãezinhos e bolinhos. Serve também para empanar, substituindo o trigo. Pode ainda ser comida pura, temperada com sal, manteiga e outros condimentos, como a pipoca ou acompanhando pratos diversos, em substituição à farinha de mandioca tradicional. Disponível nas versões 150g e 500g.

Sua origem

Diretamente da Vila de Americano em Santa Izabel do Pará - capital da Farinha de Tapioca - que desde 1993 realiza o Festival enaltecendo a produção deste produto. Isto fortaleceu a comunidade, que cada vez mais se torna a referência comercializando para todo o Brasil.

INFORMAÇÕES NUTRICIONAIS
COMPOSIÇÃO

Farinha D´água de Bragança

Sabor crocante

Farinha elaborada a partir da massa da mandioca fermentada (ou pubada, segundo o linguajar local), proporcionando sabor e crocância especiais. Pode ser consumida in natura ou em preparações mais elaborados, como farofas, empanados, chibé e cuscuz salgado. Disponível nas versões 500g e 1kg.

Sua origem

O nome também é auto explicativo: o município de Bragança vem tornando-se expoente na produção da farinha, aliando tradição com o cuidado no embalo e logística, inclusive pleiteando a tipificação do produto por indicação geográfica, garantindo procedência ao produto. A Farinha d’água Manioca é produzida em parceria com o Sr. Bené, um dos melhores e mais tradicionais produtores do município de Bragança, no nordeste do Pará, local de grande tradição no preparo desse tipo de farinha.

INFORMAÇÕES NUTRICIONAIS
COMPOSIÇÃO

POR QUE O TUCUPI PRETO É PRETO?

[caption id="attachment_823" align="alignleft" width="300"]O tucupi preto produzido no nordeste do Pará, na Amazônia Brasileira. O tucupi preto produzido no nordeste do Pará, na Amazônia Brasileira.[/caption]  

Quando alguém vê o Tucupi Preto pela primeira vez, a primeira pergunta é sempre um incisivo "tem corante preto aí, né!?". Mas não tem!

tucupi tradicional, de fato, não é preto. É um caldo amarelo muito presente na culinária do Pará e da Amazônia, que é extraído da mandioca, mas não de qualquer mandioca. Há por aí, plantadas em várias regiões produtoras, mais de 4000 tipos ou variedades da mandioca (segue o nome científico pra dar o ar de artigo acadêmico: manihot esculenta).

Delas, a que se utiliza pra produzir o tucupi é a Brava Amarela, variedade que ainda tem diferentes subtipos e cujo nome é em função da sua cor (é claro!) e também pelo fato dela conter ácido cianídrico quando in natura. Apesar de ser tóxico se consumido em grandes quantidades, o ácido não resiste ao calor das panelas, então, quando chega no prato, já não representa nenhum perigo. Assim, o caldo após alguns processos que incluem decantar, ferver e temperar, vira o popular Tucupique você encontra no Pato, no Tacacá e também com facilidade nas feiras de Belém, em garrafas pet e com a cor amarela inconfundível.

Já o tal do tucupi preto, bem, com ele já é diferente: apesar de partir do mesmo caldo amarelo extraído da mandioca brava, a receita é outra, nem chega a ser temperado. Logo após extraído, retira-se a goma e o caldo puro vai direto pra panela, onde começa um intenso processo de redução do seu volume. Fica por dias no fogão à lenha (que dá um um toque especial de sabor defumado) e depois no a gás, pra finalizar em temperatura mais controlada. Nesse tempo todo, o volume chega a ser reduzido em até 40 vezes; o amarelo vai ficando marrom, escurecendo e concentrando até ficar com a consistência de um melaço e uma cor muito escura, tão bonita que provoca os mais duvidosos. "Não tem corante, mesmo?". Não tem! Nem corante, nem outra coisa: é tudo natural, 100% natural. Afinal, quem criou tudo isso foram os índios da Amazônia, que usaram o tucupi preto como um importante conservante de carnes de caça e peixes, passando a receita de geração e geração. Eles, que sabiam de tudo, entendiam que a natureza e o fogo bastavam e logo perceberam que o conservante natural, na verdade, estava mais pra tempero, que hoje sabemos ser riquíssimo em Umami, o 5º sabor descoberto bem no início do século XX, responsável por estimular todo o palato; é como se ao mesmo tempo fosse doce, salgado, ácido e amargo. Todos os sabores juntos! É tudo o que a gastronomia atual tem buscado, diferentes formas de estimular o paladar e contar grandes histórias a partir do alimento, justamente o que o Tucupi Preto faz muito bem, obrigado. Dá pra combinar com carnes, fazer pães, molhos, temperar caldos e até substituir o shoyu. Por ser um produto tradicional indígena, já se sabe que a forma de fazê-lo pode mudar, de acordo com a região ou mesmo com a tradição de quem o prepara, assim como seu nome. Agora, imagina só, como devia ser um peixe que passou dias "conservando" no tucupi preto!? Por isso e muito mais a Amazônia nos dá tanto orgulho, além de fazer a imaginação voar e a boca salivar!

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Escrito por Paulo Reis, Manioca.

INFORMAÇÕES NUTRICIONAIS
COMPOSIÇÃO

Geleia de Pimenta de Cheiro

Surpreendente ardência

Geleia feita a base de pimentão e pimenta de cheiro (Cumari do Pará), tem características envolventes, misturando aroma, sabor e uma leve ardência. Pequena, picante e aromática, a pimenta-de-cheiro possui uma cor amarela intenso e é muito apreciada entre os paraenses. Nesta versão inovadora, esta geleia proporciona uma experiência única ao unir o sabor adocicado e picante, no acompanhamento de pães, queijos, peixes, camarões e até carne de porco. Disponível nas versões 50g e 130g.

Sua origem

De Santa Izabel do Pará vem a principal matéria-prima para o uso na geleia. A mistura criativa da Manioca, com a consistência ao ponto, é o principal segredo do sucesso da nossa receita.

INFORMAÇÕES NUTRICIONAIS
COMPOSIÇÃO

Geleia de Açaí

O delicioso sabor do açaí

O açaí ficou conhecido no mundo pelas suas propriedades nutricionais que trazem muitos benefícios a saúde, mas é no sabor especial que esta frutinha, encanta os paladares mais exigentes. A geleia de açaí Manioca traz a autenticidade do açaí para sua cozinha, carregando o sabor original da fruta. A geleia pode ser usada para potencializar o seu café da manhã ou qualquer uma das refeições, acompanhando pães, sorvetes saladas de frutas e também proteínas de sabores marcantes, como peixes salgados e carne seca.  Tendo como parceiro inseparável a tapioca, torna o sorvete ou o dadinho de tapioca ainda mais especiais. Disponível nas versões 50g, 130g e 500g.

Sua origem

A riqueza do açaí percebemos na abundância dele na região. Nosso solo alagado ou bem úmido é bastante propício, e encontra-se facilmente várias palmeiras nas ilhas no entorno da cidade de Belém.

INFORMAÇÕES NUTRICIONAIS
COMPOSIÇÃO

POR QUE O TUCUPI PRETO É PRETO?

[caption id="attachment_823" align="alignleft" width="300"]O tucupi preto produzido no nordeste do Pará, na Amazônia Brasileira. O tucupi preto produzido no nordeste do Pará, na Amazônia Brasileira.[/caption]  

Quando alguém vê o Tucupi Preto pela primeira vez, a primeira pergunta é sempre um incisivo "tem corante preto aí, né!?". Mas não tem!

tucupi tradicional, de fato, não é preto. É um caldo amarelo muito presente na culinária do Pará e da Amazônia, que é extraído da mandioca, mas não de qualquer mandioca. Há por aí, plantadas em várias regiões produtoras, mais de 4000 tipos ou variedades da mandioca (segue o nome científico pra dar o ar de artigo acadêmico: manihot esculenta).

Delas, a que se utiliza pra produzir o tucupi é a Brava Amarela, variedade que ainda tem diferentes subtipos e cujo nome é em função da sua cor (é claro!) e também pelo fato dela conter ácido cianídrico quando in natura. Apesar de ser tóxico se consumido em grandes quantidades, o ácido não resiste ao calor das panelas, então, quando chega no prato, já não representa nenhum perigo. Assim, o caldo após alguns processos que incluem decantar, ferver e temperar, vira o popular Tucupique você encontra no Pato, no Tacacá e também com facilidade nas feiras de Belém, em garrafas pet e com a cor amarela inconfundível.

Já o tal do tucupi preto, bem, com ele já é diferente: apesar de partir do mesmo caldo amarelo extraído da mandioca brava, a receita é outra, nem chega a ser temperado. Logo após extraído, retira-se a goma e o caldo puro vai direto pra panela, onde começa um intenso processo de redução do seu volume. Fica por dias no fogão à lenha (que dá um um toque especial de sabor defumado) e depois no a gás, pra finalizar em temperatura mais controlada. Nesse tempo todo, o volume chega a ser reduzido em até 40 vezes; o amarelo vai ficando marrom, escurecendo e concentrando até ficar com a consistência de um melaço e uma cor muito escura, tão bonita que provoca os mais duvidosos. "Não tem corante, mesmo?". Não tem! Nem corante, nem outra coisa: é tudo natural, 100% natural. Afinal, quem criou tudo isso foram os índios da Amazônia, que usaram o tucupi preto como um importante conservante de carnes de caça e peixes, passando a receita de geração e geração. Eles, que sabiam de tudo, entendiam que a natureza e o fogo bastavam e logo perceberam que o conservante natural, na verdade, estava mais pra tempero, que hoje sabemos ser riquíssimo em Umami, o 5º sabor descoberto bem no início do século XX, responsável por estimular todo o palato; é como se ao mesmo tempo fosse doce, salgado, ácido e amargo. Todos os sabores juntos! É tudo o que a gastronomia atual tem buscado, diferentes formas de estimular o paladar e contar grandes histórias a partir do alimento, justamente o que o Tucupi Preto faz muito bem, obrigado. Dá pra combinar com carnes, fazer pães, molhos, temperar caldos e até substituir o shoyu. Por ser um produto tradicional indígena, já se sabe que a forma de fazê-lo pode mudar, de acordo com a região ou mesmo com a tradição de quem o prepara, assim como seu nome. Agora, imagina só, como devia ser um peixe que passou dias "conservando" no tucupi preto!? Por isso e muito mais a Amazônia nos dá tanto orgulho, além de fazer a imaginação voar e a boca salivar!

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Escrito por Paulo Reis, Manioca.

INFORMAÇÕES NUTRICIONAIS
COMPOSIÇÃO

Geleia de Taperebá

Doce acidez

O sabor, a acidez e o aroma agradáveis da fruta trazem uma sensação única para a geleia, criando uma experiência inigualável. O Taperebá, também conhecido no Nordeste como cajá, tem o tamanho idêntico ao de uma pequena ameixa, sua polpa amarelo-escuro não tem mais que 3mm de espessura e tem a acidez ideal para confecção de geleias e doces, proporcionando o contraste perfeito entre a acidez da fruta e a doçura da geleia, uma experiência deliciosa no seu café da manhã e nas sobremesas. Experimente também em peixes e carnes. Disponível nas versões 50g, 130g e 500g.

Sua origem

Tomé-açu no Pará é uma região com uma forte colônia japonesa, onde o cultivo de árvores frutíferas é vasto - para comercialização in natura e venda de polpas processadas. Utilizamos a fruta nesta composição com o ponto ideal para a melhor experência de sabor original.

INFORMAÇÕES NUTRICIONAIS
COMPOSIÇÃO

Geleia de Jambu

Doçura que treme

Famoso por anestesiar levemente a boca, ou por fazer tremer, como dizem os paraenses, o Jambu proporciona uma sensação única e deliciosa. Hortaliça que compõe pratos emblemáticos da cozinha Paraense, como o Tacacá e o Pato no Tucupi, na versão geleia, permite que você inove e surpreenda em suas receitas. Refrescante, combina muito bem com pescados, queijos suaves e embutidos. Disponível nas versões 50g, 130g e 500g.

Sua origem

O jambu que a Manioca confia vem de Santa Izabel do Pará, e tem todo um segredo para o ponto da colheita e a mistura criativa ideal para tornar o tremor suave e aliado ao doce e consistência da geleia.

INFORMAÇÕES NUTRICIONAIS
COMPOSIÇÃO

Geleia de Priprioca

Um toque de aroma

A raiz aromática que perfuma os paraenses, perfuma também essa delicada geleia. Conhecida por um cheiro inconfundível, a Priprioca pode ser usada como um agente aromatizador para dar um toque especial em seus pratos, assim como fazem as especiarias tradicionais, como canela, cravo e anis. Ela vai bem em receitas doces ou salgadas. Combina com derivados do leite, carnes bovinas e suínas, embutidos e até com cafezinho. Disponível nas versões 50g, 130g e 500g.

Sua origem

De Santo Antônio do Tauá no Pará conseguimos esta raiz, que aos poucos vem ganhando força de uso na gastronomia. Combinamos criativamente os ingredientes para criação de uma geleia com o ponto ideal que conservasse uma espessura agradável mantendo sabor e aroma da Priprioca.

INFORMAÇÕES NUTRICIONAIS
COMPOSIÇÃO

POR QUE O TUCUPI PRETO É PRETO?

[caption id="attachment_823" align="alignleft" width="300"]O tucupi preto produzido no nordeste do Pará, na Amazônia Brasileira. O tucupi preto produzido no nordeste do Pará, na Amazônia Brasileira.[/caption]  

Quando alguém vê o Tucupi Preto pela primeira vez, a primeira pergunta é sempre um incisivo "tem corante preto aí, né!?". Mas não tem!

tucupi tradicional, de fato, não é preto. É um caldo amarelo muito presente na culinária do Pará e da Amazônia, que é extraído da mandioca, mas não de qualquer mandioca. Há por aí, plantadas em várias regiões produtoras, mais de 4000 tipos ou variedades da mandioca (segue o nome científico pra dar o ar de artigo acadêmico: manihot esculenta).

Delas, a que se utiliza pra produzir o tucupi é a Brava Amarela, variedade que ainda tem diferentes subtipos e cujo nome é em função da sua cor (é claro!) e também pelo fato dela conter ácido cianídrico quando in natura. Apesar de ser tóxico se consumido em grandes quantidades, o ácido não resiste ao calor das panelas, então, quando chega no prato, já não representa nenhum perigo. Assim, o caldo após alguns processos que incluem decantar, ferver e temperar, vira o popular Tucupique você encontra no Pato, no Tacacá e também com facilidade nas feiras de Belém, em garrafas pet e com a cor amarela inconfundível.

Já o tal do tucupi preto, bem, com ele já é diferente: apesar de partir do mesmo caldo amarelo extraído da mandioca brava, a receita é outra, nem chega a ser temperado. Logo após extraído, retira-se a goma e o caldo puro vai direto pra panela, onde começa um intenso processo de redução do seu volume. Fica por dias no fogão à lenha (que dá um um toque especial de sabor defumado) e depois no a gás, pra finalizar em temperatura mais controlada. Nesse tempo todo, o volume chega a ser reduzido em até 40 vezes; o amarelo vai ficando marrom, escurecendo e concentrando até ficar com a consistência de um melaço e uma cor muito escura, tão bonita que provoca os mais duvidosos. "Não tem corante, mesmo?". Não tem! Nem corante, nem outra coisa: é tudo natural, 100% natural. Afinal, quem criou tudo isso foram os índios da Amazônia, que usaram o tucupi preto como um importante conservante de carnes de caça e peixes, passando a receita de geração e geração. Eles, que sabiam de tudo, entendiam que a natureza e o fogo bastavam e logo perceberam que o conservante natural, na verdade, estava mais pra tempero, que hoje sabemos ser riquíssimo em Umami, o 5º sabor descoberto bem no início do século XX, responsável por estimular todo o palato; é como se ao mesmo tempo fosse doce, salgado, ácido e amargo. Todos os sabores juntos! É tudo o que a gastronomia atual tem buscado, diferentes formas de estimular o paladar e contar grandes histórias a partir do alimento, justamente o que o Tucupi Preto faz muito bem, obrigado. Dá pra combinar com carnes, fazer pães, molhos, temperar caldos e até substituir o shoyu. Por ser um produto tradicional indígena, já se sabe que a forma de fazê-lo pode mudar, de acordo com a região ou mesmo com a tradição de quem o prepara, assim como seu nome. Agora, imagina só, como devia ser um peixe que passou dias "conservando" no tucupi preto!? Por isso e muito mais a Amazônia nos dá tanto orgulho, além de fazer a imaginação voar e a boca salivar!

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Escrito por Paulo Reis, Manioca.

INFORMAÇÕES NUTRICIONAIS
COMPOSIÇÃO

Doce de Cupuaçu de Garfo

Doce tradição

Tradicional doce de cupuaçu, é feito em ponto de garfo, um ponto entre a geleia e o ponto de corte, e não possui adição de conservantes ou qualquer ingrediente artificial. Pode ser usado na elaboração de diversas sobremesas. No Pará, tradicionalmente é consumido puro, com queijo ou farinha, especialmente a farinha d’água.

Sua origem

De Tomé-Açu no Pará conseguimos um cupuaçu de extrema qualidade para manipular criativamente sua polpa e gerar este divino doce, da forma mais natural possível.

INFORMAÇÕES NUTRICIONAIS
COMPOSIÇÃO

POR QUE O TUCUPI PRETO É PRETO?

[caption id="attachment_823" align="alignleft" width="300"]O tucupi preto produzido no nordeste do Pará, na Amazônia Brasileira. O tucupi preto produzido no nordeste do Pará, na Amazônia Brasileira.[/caption]  

Quando alguém vê o Tucupi Preto pela primeira vez, a primeira pergunta é sempre um incisivo "tem corante preto aí, né!?". Mas não tem!

tucupi tradicional, de fato, não é preto. É um caldo amarelo muito presente na culinária do Pará e da Amazônia, que é extraído da mandioca, mas não de qualquer mandioca. Há por aí, plantadas em várias regiões produtoras, mais de 4000 tipos ou variedades da mandioca (segue o nome científico pra dar o ar de artigo acadêmico: manihot esculenta).

Delas, a que se utiliza pra produzir o tucupi é a Brava Amarela, variedade que ainda tem diferentes subtipos e cujo nome é em função da sua cor (é claro!) e também pelo fato dela conter ácido cianídrico quando in natura. Apesar de ser tóxico se consumido em grandes quantidades, o ácido não resiste ao calor das panelas, então, quando chega no prato, já não representa nenhum perigo. Assim, o caldo após alguns processos que incluem decantar, ferver e temperar, vira o popular Tucupique você encontra no Pato, no Tacacá e também com facilidade nas feiras de Belém, em garrafas pet e com a cor amarela inconfundível.

Já o tal do tucupi preto, bem, com ele já é diferente: apesar de partir do mesmo caldo amarelo extraído da mandioca brava, a receita é outra, nem chega a ser temperado. Logo após extraído, retira-se a goma e o caldo puro vai direto pra panela, onde começa um intenso processo de redução do seu volume. Fica por dias no fogão à lenha (que dá um um toque especial de sabor defumado) e depois no a gás, pra finalizar em temperatura mais controlada. Nesse tempo todo, o volume chega a ser reduzido em até 40 vezes; o amarelo vai ficando marrom, escurecendo e concentrando até ficar com a consistência de um melaço e uma cor muito escura, tão bonita que provoca os mais duvidosos. "Não tem corante, mesmo?". Não tem! Nem corante, nem outra coisa: é tudo natural, 100% natural. Afinal, quem criou tudo isso foram os índios da Amazônia, que usaram o tucupi preto como um importante conservante de carnes de caça e peixes, passando a receita de geração e geração. Eles, que sabiam de tudo, entendiam que a natureza e o fogo bastavam e logo perceberam que o conservante natural, na verdade, estava mais pra tempero, que hoje sabemos ser riquíssimo em Umami, o 5º sabor descoberto bem no início do século XX, responsável por estimular todo o palato; é como se ao mesmo tempo fosse doce, salgado, ácido e amargo. Todos os sabores juntos! É tudo o que a gastronomia atual tem buscado, diferentes formas de estimular o paladar e contar grandes histórias a partir do alimento, justamente o que o Tucupi Preto faz muito bem, obrigado. Dá pra combinar com carnes, fazer pães, molhos, temperar caldos e até substituir o shoyu. Por ser um produto tradicional indígena, já se sabe que a forma de fazê-lo pode mudar, de acordo com a região ou mesmo com a tradição de quem o prepara, assim como seu nome. Agora, imagina só, como devia ser um peixe que passou dias "conservando" no tucupi preto!? Por isso e muito mais a Amazônia nos dá tanto orgulho, além de fazer a imaginação voar e a boca salivar!

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Escrito por Paulo Reis, Manioca.

INFORMAÇÕES NUTRICIONAIS
COMPOSIÇÃO

Molho de Tucupi Preto

Tempero especial

Elaborado a partir da diluição do tucupi preto concentrado, o Molho de Tucupi Preto foi criado pela Manioca para trazer ainda mais sabor para suas receitas. Substituto perfeito para o shoyu e o molho inglês, é ainda mais especial por ser totalmente natural, sem nenhum tipo de aditivo artificial, e ainda conter muito menos sódio que os temperos habituais. De sabor marcante e suave, pode ser usado na elaboração de carnes bovinas, suínas e frango. Pode ainda ser usado na finalização ou tempero de peixes e frutos do mar.

Sua origem

Vem de Santa Bárbara do Pará esta redução única que deixa o tucupi amarelo com esta cor negra. Do tucupi preto concentrado é preparado um molho para servir à mesa e usar direto no tempero dos alimentos.

INFORMAÇÕES NUTRICIONAIS
COMPOSIÇÃO

Tucupi Preto concentrado

Numa explosão de sabores e técnica indígena tradicional, o tucupi amarelo (líquido extraído da mandioca brava fermentado) é reduzido e concentrado por diversas horas, adquirindo uma cor escura, sabor intenso e consistência pastosa, originando o Tucupi Preto, um tempero concentrado natural, tendo como matéria prima exclusiva a mandioca amarela. É a mais pura expressão do Umami (5º sabor que reúne doce, salgado, ácido e azedo). Pode ser usado para temperar carnes bovinas e suínas e frango, substituindo caldos industrializados. Muito bom ainda para acompanhar churrasco, como um molho barbecue. Tem sabor intenso e pode ser diluído com água, caldos ou mel ou consumido puro.

INFORMAÇÕES NUTRICIONAIS
COMPOSIÇÃO .

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